Preparação e Configuração do Ambiente para Instalação do Grafana no Linux CentOS 7/RedHat/Fedora/OpenSuse

É necessário ter conhecimentos básicos de rede e Linux.

Vamos criar uma máquina virtual com a seguinte configuração: 2 Processadores, 2 cores, 2 GB Ram, HD 50SSD com uma área (3 GB Swap)

Programas necessários:
VirtualBox – https://www.virtualbox.org/wiki/Downloads (Para criar máquina virtual)
Putty – https://www.putty.org/
WinSCP – https://winscp.net/eng/download.php
Sistema Operacional: CentOS 7.4 x64 – https://www.centos.org/download/

Após fazer o download e instalação do Virtual Box vamos criar a VM.

Para usar versão 64 bits no Oracle Virtual Box, é necessário habilitar na Bios do computador a opção da arquitetura (Intel Virtual = Enable), ou ative via prompt de comando (bcdedit /set hypervisorlauchetype off)

Na opção do armazenamento você pode usar a opção Dinamicamente alocado para que seja dimensionado conforme o uso, eu prefiro alocar o Tamanho Fixo do disco.

Para o tamanho do disco você pode dimensionar apenas 20GB  para a instalação do Grafana (comporta perfeitamente), como pretendo instalar outros serviços na mesma VM (Zabbix, banco PostGree, Oracle Express, irei dimensionar com 40GB/50GB)Como estou usando a opção para alocar tamanho fixo, leva alguns minutos.

Localize a ISO do CentOS 7 e inicie a VM

Idioma

Informe o disco de instalação

Configure o nome do host e ative a interface de rede (Defina um IP Fixo), clique em configurar.

-Lembrando que o IP deverá estar na mesma faixa/sub rede do seu computador/ambiente, desta forma será possível acessar na rede através de outros computadores.

Nesta etapa você pode habilita a instalação do ambiente gráfico no Linux, clicando em seleção de software e ativando a opção GNOME.

Clique em Iniciar Instalação

Defina a senha para o usuário ROOT e crie um usuário, como Exemplo (admin)

Aguarde o término da instalação e reinicie o host.

Aceite os termos de uso. (modo Gráfico)

Após aceitar e reiniciar o host está pronto para o uso.

Caso não tenha muita experiência com Linux, e não tenha instalado a ambiente gráfico(GNOME),  recomendo que instale, é bem simples.

Logue no host com o usuário: root e a senha que você definiu e digite os comandos abaixo:

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yum grouplist


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sudo yum groups install "GNOME Desktop"


1
systemctl set-default graphical.target


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systemctl start graphical.target

Agora vamos atualizar o sistema. Abra o terminal ou logue com aplicativo Putty e digite:

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yum update -y

Aqui termina os passos necessários para a configuração do ambiente. Abaixo são itens opcionais.

Instalação de recursos opcionais:

yum install -y net-tools
yum install -y httpd
yum install -y perl perl5
yum install -y zip unzip
yum install -y sshd
yum install -y wget

Leia o próximo post para fazer a instalação do Grafana:  http://blog.fabianobento.com.br/2018/05/instalando-grafana-linux-centos-redhat-linux-fedora-opensuse/

Instalando Grafana no Linux CentOS/RedHat/Fedora/OpenSuse

Parte 3 – Primeiros passos após a instalação

http://blog.fabianobento.com.br/2018/05/primeiros-passos-apos-instalacao-grafana/

Instalação do Banco de Dados MySQL

yum install -y wget

wget http://repo.mysql.com/mysql-community-release-el7-5.noarch.rpm
sudo rpm -ivh mysql-community-release-el7-5.noarch.rpm

yum -y update

sudo yum install mysql-server

A senha temporária fica no arquivo mysqld.log para obter execute o comando:

grep “temporary password” /var/log/mysqld.log

Caso retorne que não exista, execute o comando abaixo e quando pedir a senha deixe em branco e pressione a tecla ENTER.

sudo mysql_secure_installation

sudo systemctl start mysqld

sudo systemctl status mysqld

Para resetar a senta root

systemctl stop mysqld

killall mysqld

mysqld_safe –skip-grant-tables –skip-networking &

mysql -u root

update mysql.user set password=PASSWORD(‘fabianobento’) where user=’root’;

exit

systemctl stop mysqld

systemctl start mysqld

mysql -u root -p

Comando para liberar o acesso remoto/externo ao banco MySQL(fora do host 127.0.0.1)

mysql -uroot -p[senha]

GRANT ALL ON *.* TO ‘root’@’%’ IDENTIFIED BY ‘senha’ WITH GRANT OPTION;

FLUSH PRIVILEGES;

Comando Parar liberar a porta para acesso ao banco MySQL

firewall-cmd –permanent –add-port=3106/tcp

firewall-cmd –reload

Para Instalar o phpMyAdmin no CentOS 7

yum -y install epel-release

yum -y update

yum -y install phpMyAdmin.noarch

Edite o arquivo /etc/httpd/conf.d/phpMyAdmin.conf

Require ip
Allow from

Require ip 127.0.0.1 192.168.0.0/24

Reinicie o Apache
systemctl restart httpd

http://ip-host/phpMyAdmin

Para instalar o Zabbix leia as instruções no site oficial:
https://www.zabbix.com/download?zabbix=3.4&os_distribution=centos&os_version=7&db=MySQL

Desativo o selinux: /etc/sysconfig/selinux

SELINUX=disable

PHP – Edite o arquivo /etc/php.ini

date.timezone = America/Sao_Paulo

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rpm -i http://repo.zabbix.com/zabbix/3.4/rhel/7/x86_64/zabbix-release-3.4-2.el7.noarch.rpm
 
yum install zabbix-server-mysql zabbix-web-mysql zabbix-agent

mysql -uroot -p
password
mysql> create database zabbix character set utf8 collate utf8_bin;
mysql> grant all privileges on zabbix.* to zabbix@% identified by ‘fabianobento’;
mysql> quit;

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zcat /usr/share/doc/zabbix-server-mysql*/create.sql.gz | mysql -uzabbix -p zabbix
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systemctl restart zabbix-server zabbix-agent httpd
systemctl enable zabbix-server zabbix-agent httpd

http://server_ip_or_name/zabbix

Login e Senha: Admin / zabbix

OBS: Caso tenha problemas para iniciar o serviço do zabbiz verifique o arquivo de LOG /var/log/zabbix

Se for algum erro de conexão com o banco edite o arquivo /etc/zabbix/zabbix_server.conf, e acrescente as linhas abaixo

DBHost=localhost
DBName=zabbix
DBUser=zabbix
DBPassword=senha-banco

Para liberar a porta para acesso

firewall-cmd –permanent –add-port=80/tcp

firewall-cmd –reload

Para desativar o firewall

systemctl stop firewalld
systemctl disable firewalld

Precisando  fazer o backup de mais de 20GB de arquivos de um site de fotos utilizando o FTP, me deparei com o problema”Tempo”, pois levaria em média de 8 a 12 horas para conseguir salvar todas as pastas, pois a maioria dos servidores FTP são configurados para o sincronismo de mais ou menos 12 arquivos simultaneamente, o que impede ir mais rápido.

Solução: Utilizando o Gerenciador de Arquivos do CPANEL, fiz a compactação das pastas que era separadas por ano (2005,2006,2007,…), levou em média 3 minutos a cada 4GB de dados.

Na sequencia fiz o download da pasta compactada, com uma banda de 10MB consegui baixar em tempo hábil, mais rápido e eficiente do que o FTP.

cpanel-compactar

Perdeu uma partição do seu HD? – Passo a passo para a recuperação de arquivos

Explicação passo a passo do artigo

http://blog.fabianobento.com.br/2014/06/perdeu-uma-particao-do-seu-hd/

Após baixar e abrir o aplicativo, na primeira tela selecione a opção para gerar LOG

teste-disk-1

Selecione a HD no qual perdeu a partição.

teste-disk-2Na próxima etapa, é perguntado qual o tipo de partição dos dados no qual foi perdida, INDICO selecionar a opção (NONE).

teste-disk-3

Selecione (Advanced)

teste-disk-4O test disk irá reconhecer qual o tipo de partição havia no disco, nesta etapa indique a opção (LIST) para visualizar os arquivos do HD problemático.

teste-disk-5

Nesta próxima tela será listado todos os arquivos da unidade, (para recuperar para outro local), pressione a tecla ( C )

teste-disk-6

Será mostrado o diretório de cópia, caso esteja correto, pressione ( C ) para continuar.

teste-disk-7

Será iniciado a cópia.

teste-disk-8

Pronto! Seus arquivos foram restaurados.

vi /etc/sysconfig/network

NETWORKING=yes

NETWORKING_IPV6=no

HOSTNAME=localhost.localdomain

Na linha hostname é so alterar para o novo hostname.

HOSTNAME=servidor.fabianobento.com.br

/etc/hosts
127.0.0.1 servidor.fabianobento.com.br

/etc/HOSTNAME

servidor.fabianobento.com.br

Transferência de arquivos por FTP

Fazendo um download

No console do Linux digite:

ftp ftp.nome_servidor.com.br ou ftp 127.0.0.1(IP)

Você deverá entrar agora com nome e senha, logo após aparecerá o prompt do servidor ftp.
Alguns comandos importantes.
Para saber em que diretório estamos:

ftp> pwd

Para listar o conteúdo: (mesma funcionalidade do ls -l)

ftp> dir

Comando para mostrar simbolos de # durante o download do arquivo:

ftp> hash

Desligar o modo interativo do ftp. Isso evita que o ftp peça a confirmação para cada arquivo a ser transferido:(Importante no caso da transferência de muitos arquivos)

ftp> prompt

Desse modo setamos a transferência para modo binário. A transferência pode ser tanto no modo binário para arquivos não texto e AscII para arquivos texto. Mas prefira sempre usar o modo binário:

ftp> binary

Sair temporariamente do modo ftp e ir para o shell: (portanto ao retornar é preciso digitar novamente os comandos hash,prompt e binary se for o caso.)

ftp> !

Digite exit para voltar ao ftp.
Dessa forma o ftp assume que o diretório corrente passa a ser o local onde indicamos:

ftp> lcd nome_diretorio

Usando get, para transferir um arquivo por vez. O get não suporta o uso de metacaracteres:

ftp> get name_file

Com mget, podemos transferir vários arquivos de uma vez e podemos usar metacaracteres. O comando abaixo transfere todos os arquivos.

ftp> mget*

Sair do ftp

ftp> bye

Para fazer upload o procedimento é o mesmo a única diferença é que usamos put e mput no lugar de get e mget respectivamente.

ftp> put name_file
ftp> mput*

Digitando help listamos uma série de comandos aceitos pelo ftp

mkdir -> cria diretório no servidor ftp
rmdir -> apaga diretório no servidor ftp
status -> estado da conexão com o servidor ftp
mdelete -> apaga arquivo no servidor ftp

get: Para baixar os arquivos
put: Para subir arquivos
lid: Especifica o diretório local sobre o que vamos trabalhar
cd: Utiliza-se para se mover através dos diretórios
delete: Elimina um arquivo do servidor remoto
oppend: permite recompor um download que tenha sido interrumpido
open: abre uma sessão no FTP
close: termina a sessão com o FTP
bye: fecha a sessão e sai do programa de forma que todas as sessões abertas se fechem
ls: mostra o conteúdo do servidor remoto
mput: sobe vários arquivos ao servidor
mget: baixa vários arquivos ao computador local
user: serve para mudar o usuário com o qual nos conectamos ao FTP
bynary: situa-nos em modo binário
ascii: situa-nos em modo de arquivos de texto

Origem: http://marcosdalte.blogspot.com.br/2008/02/transferncia-de-arquivos-por-ftp.html
http://flaviotorres.com.br/fnt/artigos/ftp.php

Compacta com uma velocidade aceitável.

tar -zcf arquivo.tar.gz diretorio

Colocando a data no arquivo para isso você coloca no final do arquivo o seguinte:

$(date +%Y-%m-%d_%H-%M-%S)

Exemplos:

tar -zcf arquivo_$(date +%Y-%m-%d_%H-%M-%S).tar.gz DIRETORIO

Compactação com Gzip:

tar -zcf arquivo.tar.gz DIRETORIO

Compactação com Bzip:

tar -jcf arquivo.tar.bz DIRETORIO

Para descompactar utilize os comandos:

zip:

gunzip nomedoarquivo

rar:

rar x nomedoarquivo

tar:

gzip nomedoarquivo

tar.gz:

tar -vzxf nomedoarquivo

tar.bz2:

tar -vxjpf nomedoarquivo

Comandos SSH Linux

Comandos SSH mais comuns que são bastante utilizados para administração do server.

Localizar arquivos
# find -name (nome do arquivo ou diretório)
# locate (nome do arquivo ou diretório)

Transferencia/Cópia de arquivos via rede
#scp /camiho/arquivo user@ip-destino:/diretorio/destino

Renomeia arquivos e diretórios
#rename

Alterar senha do usuário
#passwd usuário (digite a nova senha e confirme)

Permissões de arquivos e pastas
#chmod
#chmod –help (opção -help para detalhes do comando)

Trocar usuário
# su – user

Desligar
# /sbin/shutdown -h now

Reiniciar
# reboot
# /sbin/shutdown -r now

# zip
Compactar arquivos

# unzip
Descompactar arquivos

Instalar pacotes no servidor
# yum
# yum install nome-pacote

# service nome-servico start
Iniciar um serviço

# service nome-servico stop
Para um serviço

# service nome-servico restart
Reiniciar um serviço

# service nome-servico reload
Recarregar as configurações de umm serviço

# mkdir
Criar diretorios

# ls
Listar arquivos e diretórios

# exit
Desconectar do terminal

Em informática o Secure Shell ou SSH é, simultaneamente, um programa de computador e um protocolo de rede que permite a conexão com outro computador na rede, de forma a executar comandos de uma unidade remota. Possui as mesmas funcionalidades do TELNET, com a vantagem da conexão entre o cliente e o servidor ser criptografada.

Uma de suas mais utilizadas aplicações é o chamado Tunnelling, que oferece a capacidade de redirecionar pacotes de dados. Por exemplo, se alguém se encontra dentro de uma instituição cuja conexão à Internet é protegida por um firewall que bloqueia determinadas portas de conexão, não será possível, por exemplo, acessar e-mails via POP3, o qual utiliza a porta 110, nem enviá-los via SMTP, pela porta 25. As duas portas essenciais são a 80 para HTTP e a 443 para HTTPS. Não há necessidade de o administrador da rede deixar várias portas abertas, uma vez que conexões indesejadas e que comprometam a segurança da instituição possam ser estabelecidas pelas mesmas.

Para quebrar essa imposição rígida, o SSH oferece o recurso do Túnel. O processo se caracteriza por duas máquinas ligadas ao mesmo servidor SSH, que faz apenas o redirecionamento das requisições do computador que está sob firewall. O usuário envia para o servidor um pedido de acesso ao servidor pop.google.com pela porta 443 (HTTPS), por exemplo. Então, o servidor acessa o computador remoto e requisita a ele o acesso ao protocolo, retornando um conjunto de pacotes referentes à aquisição. O servidor codifica a informação e a retorna ao usuário via porta 443. Sendo assim, o usuário tem acesso a toda a informação de que necessita. Tal prática não é ilegal caso o fluxo de conteúdo esteja de acordo com as normas da instituição.

O SSH faz parte da suíte de protocolos TCP/IP que torna segura a administração remota de um servidor Unix.

http://pt.wikipedia.org/wiki/SSH